domingo, 28 de outubro de 2007

como o mais abstrato ridículo e profundo (inconstante título)

a cada um do jeito que quer aviso
todo mundo entende o jeito que quer
nunca se sabe escolher o talher
eu só que perco meu constante riso

passageiro que vier improviso
passa passos passa e vai se vier
tiro olho pássaro com colher
nunca se sabe quando perde o siso

vangloriar confabular o imprevisto
o mais abstrato ridículo mundo
vera como pode sempre mudada

uma última hora sempre desisto
ridículo o mais abstrato e profundo
como pode algo nascer assim nada?



soneto iii

Um comentário:

lave

metâmero




poesias inéditas semanalmente
outros conteúdos e indicações relacionadas diariamente em facebook.com/encardido

Creative Commons License
cárdeo [e todo o conteúdo, exceto quando citado de outrx autorx] de marcos assis está licenciado por creative commons atribuição-uso não-comercial-compartilhamento pela mesma licença 2.5 brasil