quinta-feira, 14 de janeiro de 2016

eu tenho uma pressão enclausurada dentro de
que nem borda da poesia compreende
torniquete gelado questiona meus joelhos
eu já disse pra você que tenho muita fome
sedecansaço e nenhum sono
agora embaço o dedo na película arranha
envolta da sombra do amparo do abraço
abolo eu tenhum a coisa sabe
embolo eu afundo aumento e ciclo
embora avanço tenho uma permissão guardada
de ser o que próprio atravesso
obter a plena ciência de si sem
acesso à experiência e pensa que
sabe agora a armação âmbar
êmbolo solto a golpear abalo
motor em combustão nenhum escapamento

2 comentários:

  1. ah! demais, marquito! gosto muito do modo como conduz a sonoridade entre as palavras...

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    Respostas
    1. amo receber comentários no blog! =]
      (depois do facetruque ninguém mais comenta aqui)
      grato pelas palavras, seja sempre bem-vinda, nina!

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lave

metâmero




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