eu tenho uma pressão enclausurada dentro de
que nem borda da poesia compreende
torniquete gelado questiona meus joelhos
eu já disse pra você que tenho muita fome
sedecansaço e nenhum sono
agora embaço o dedo na película arranha
envolta da sombra do amparo do abraço
abolo eu tenhum a coisa sabe
embolo eu afundo aumento e ciclo
embora avanço tenho uma permissão guardada
de ser o que próprio atravesso
obter a plena ciência de si sem
acesso à experiência e pensa que
sabe agora a armação âmbar
êmbolo solto a golpear abalo
motor em combustão nenhum escapamento
Assinar:
Postar comentários (Atom)
livro
- paranóia (11)
- coisa (8)
- (uma outra loucura) (7)
- isopor (5)
- [sangue (3)
- espuma. (3)
- poesia gritada (2)
- sociedade mutuante (2)
- vermes poéticos (2)
- anestesia (1)
- fissura (1)
- lucidez (1)
- marcos contra o gilete (1)
- obsessão (1)
- sarau urbano (1)
metâmero
cru
52,392
ah! demais, marquito! gosto muito do modo como conduz a sonoridade entre as palavras...
ResponderExcluiramo receber comentários no blog! =]
Excluir(depois do facetruque ninguém mais comenta aqui)
grato pelas palavras, seja sempre bem-vinda, nina!