terça-feira, 23 de junho de 2009

pca e o caminho em espiral

e os obreiros do outro lado da cerca
a paixão em outro lado da cidade
pitangas sobrevivem no caminho
imaginei a gente
contando nossa vaga história
vinho na sua taça
me embriagando e te levando pra cama
esbranquiçando nossa vaga história
me despedi de mim
e passei sobre a última grama
a vaga na breve história
que você não deixou pra mim
e minhas pitangas
meu café da manhã
nada intui além do barulho
e minhas cantadas
minhas manhãs
nada disso além do caminho
e todas gavetas
fechadas
guardei minha manhã com você na última gaveta

5 comentários:

  1. sei como é..


    *foi mal não ter mandado os colchonetes com o portilho.. só fui ver o e-mail domingo, porque o pessoal me falou sábado que não ia*


    beijo!!!

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  2. ah... insustentável leveza... de ser...

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  3. já to com a revista pra te passar, abração me liga!

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  4. triste isso de guardar na última gaveta

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lave

metâmero




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