por marcos e zocrato
Onde andará morena?
Sua fuga é boba
Sua razão se embebeda
os seus pesares dão pena
Minha grande rima
da risada forte
seu olhar me fura
de incerteza plena
na areia se infiltra
filtra; oceano de não nadar.
Das porcarias humanas
se enche. Morre. Envenena'mar
As ostras não falam
as ostras se fecham
de medo das outras
de medo da pérola
sua culpa é chumbo
diluído em sangue
do azul cruel
de existir a penas
seu zelo é mundo
enfermo sem descanso
do acaso fiel
de alegrias pequenas
Das amoras sei o tempo
Dos amares sua teima
o dia amanhece insosso
falta abraço de maizena
do apelo sem chance,
Dia brando
poesia amena. Lembra
a beleza bonita
e a espera (presente)
do futuro:
presença
volta lorena
sei que suas costas doem
peso muito
que escolheu carregar
volta
que massagem é bom
carinho muito
simplesmente puro estar