sou signo-significante que só fala em códigos
sou elíptico, no palco, magnífico
sou sujeito horror da própria voz do próprio gesto
corpo definha seco no sol do meio do dia da cidade
a pele e seus espinhos
harmonia que muda no meio
a vida distorce e espedaça minha coluna
a cidade suas cidadãs: cada parte cada pedaço
sou, com efeito sei quem sou
não minto, não força, me deixa
na beira do nada, profundamente admiro e pulo
no pedaço de todo susto
que parado vivo
vagalume, ca(n)tador de palavras
domingo, 8 de dezembro de 2013
Assinar:
Postar comentários (Atom)
livro
- paranóia (11)
- coisa (8)
- (uma outra loucura) (7)
- isopor (5)
- [sangue (3)
- espuma. (3)
- poesia gritada (2)
- sociedade mutuante (2)
- vermes poéticos (2)
- anestesia (1)
- fissura (1)
- lucidez (1)
- marcos contra o gilete (1)
- obsessão (1)
- sarau urbano (1)
metâmero
cru
52,393
Nenhum comentário:
Postar um comentário
lave